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Dia do Trabalhador

O Vidas parabeniza todos os trabalhadores pelo seu dia – 1º de Maio.

“Trabalhe por uma causa, não por aplauso. Viva para expressar, não para impressionar. Não se esforce para que sua presença seja notada, mas para que sua ausência seja sentida”.

Mais que Parabéns, nossa Gratidão a todos os profissionais…

 

Abençoada Páscoa

Páscoa é tempo de meditar, de buscar, de agradecer, de plantar a paz. Tempo de oração!

Tempo de abrir os braços, de abrir as mãos e de ser mais irmão. Tempo de recomeçar!

Tempo de concessão, de compromisso, de salvação. Tempo de perdão.

Tempo de libertar, de libertação, de passagem, de passar…

Para onde? Para a luz, para o amor, para a vida que é eterna!

Tempo de Ressurreição.

Feliz Páscoa!

 

Hospital Oase é indicado para receber prêmio nacional

Há mais de oito décadas o Hospital e Maternidade Oase tem sido referência em atendimento no Vale do Itajaí. Para homenagear o serviço prestado à comunidade, o deputado federal Rogério Peninha Mendonça (MDB/SC) indicou a unidade para receber um reconhecimento nacional por meio do Prêmio Dr. Pinotti 2019.

“Eu acompanho o trabalho da unidade há pelo menos vinte anos e isso me dá uma grande segurança pra fazer esta indicação. São mais de 400 profissionais no trabalho direto e indireto na unidade que oferece serviços de ginecologia e obstetrícia 24 horas por dia. Mais de 70 crianças vêm ao mundo todos os meses através do trabalho realizado pela equipe do hospital”, justifica Peninha.

O Hospital de Timbó foi fundado em 1937 e é gerido de forma beneficente pela Ordem Auxiliadora das Senhoras Evangélicas de Timbó (Oaset). A unidade atende nas especialidades média e de alta complexidade os 120 mil moradores do Vale do Itajaí e também as demandas recorrentes de outras regiões do Estado. Para ser indicada ao prêmio, a instituição deve se destacar por trabalhos ou ações na promoção do acesso e também pela qualificação dos serviços de saúde da mulher.

O presidente do conselho diretor, Haroldo Ritzke, destaca o trabalho realizado junto às gestantes. “Existe um acompanhamento muito próximo das mulheres durante este período, que é um preparatório para o nascimento dos bebês. São palestras, encontros de orientação durante a gravidez e no pós-parto. Estamos também trabalhando para habilitar o banco de leite materno, o que dará mais suporte aos recém-nascidos”, explica.

A unidade possui dez leitos exclusivos para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulta e outros 110 de atendimento clínico. Tem a atuação direta de 300 profissionais e pelo menos mais 100 médicos prestadores de serviço em diferentes especialidades. O Hospital Amigo da Mulher será escolhido por votação direta de um conselho deliberativo na Câmara dos Deputados, e a solenidade de premiação acontecerá em 28 de maio, Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher e Dia Nacional de Redução da Mortalidade Materna.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação do Deputado Federal Rogério Peninha Mendonça – MDB/SC

 

Mais de 550 pessoas em três dias

Segundo a organização a 4ª Semana de Saúde do Hospital e Maternidade Oase, que está trabalhando o tema: HumanizaVidas: com Gratidão foi um sucesso em todos os sentidos, deste os temas propostos nas palestras e oficinas que atingiram o objetivo proposto e em especial a participação. Foram mais de 550 pessoas participantes nos três dias de eventos, entre colaboradores, profissionais da Saúde e comunidade em geral.

A 4ª Semana de Saúde teve início no dia 1º com a solenidade de abertura e a palestra, “Empatia não é se colocar no lugar do outro!”, ministrada pelo profissional Rafael Gustavo de Liz, que é mestre em Gestão e Saúde pela Univali, especialista em Didática da Educação Superior, especialista em Psicologia Hospitalar e da Saúde e membro da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar.

Em sua apresentação o palestrante disse que a palestra era provocativa. Durante a palestra muitas histórias, e que histórias foram contadas, sobre as situações tratadas e trabalhadas com pacientes. “Quantas histórias conhecidas, parecidas, ou mais profundas que as que eu tenho para contar, que vocês aqui deste Hospital não vivenciaram. Se permitem deixar as pessoas entrar na vida de vocês e de vocês entrarem na vida delas, para que possam fazer parte dos milagres”.

Já no dia 2 de abril foram realizadas as oficinas nos três períodos. A primeira – Ergonomia – Cuidados com a postura do colaborador e do paciente, que foi coordenada pela profissional Tamiris Dellangelo, que é fisioterapeuta mestre em Saúde Coletiva, especialista em Fisioterapia Intensiva, em Fisioterapia do Trabalho e Saúde, ergonomia e ambiente organizacional. A profissional atua ainda como fisioterapeuta no Hospital Santa Isabel, na coordenação do Serviço de Fisioterapia no Hospital Oase e é docente do curso de Fisioterapia da Fameblu.

No período da tarde foi ministrada a oficina: Cuidados pessoais – parceria com a Farmácia Farmais e promoter da Vult – Rubia Cavilha da Silva.

Já a terceira e última oficina acontece no período da noite com o tema: “O que me importa?”, ministrada por Célio Alves dos Santos, que é médico Geriatra pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Universidade Veiga de Almeida; com formação em Neuropsiquiatria Geriátrica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; com especialização em Cuidados Paliativos, pelo Instituto Paliar, de São Paulo e médico Geriatra da Secretaria de Saúde de Indaial.

 

Abertura

A solenidade de abertura da 4ª Semana de Saúde do Hospital e Maternidade Oase, foi realizada na noite do dia 1º de abril, e contou com cerca de 200 participantes, entre autoridades locais, profissionais da área da Saúde, integrantes do Conselho Diretor e da Oaset, e também funcionários e comunidade em geral.

Antes da solenidade de abertura do evento, o musicista da In Concert, Escola de Música de Indaial, Marcelo Padilha presentou a todos tocando em seu violino um tango chamado “Por Una Cabeza”. Para a organização a música é um dos aliados mais importantes da humanização.

No decorrer da solenidade de abertura, o diretor do Vidas, Richard Choseki deu as boas-vindas aos participantes e destacou sobre o objetivo deste evento que visa oportunizar a discussão conjunta, reflexão, avaliação e democratização dos interesses institucionais, com base na Política da Educação Permanente em Saúde e na Política Nacional de Humanização, envolvendo todos os colaboradores, gestores e parceiros para o aprimoramento do processo de trabalho hospitalar.

Segundo ele esta é a 4ª Semana de Saúde do Hospital Oase que tem como tema Gratidão. Choseki recordou que essa ação teve início em 2016 quando foi trabalhado o tema: Humaniza Vidas – Cuidar de quem cuida; no ano de 2017 o tema foi; HumanizaVidas com Qualidade; em 2018 o tema trabalhado foi: HumanizaVidas com Amor e agora neste ano: HumanizaVidas com Gratidão.“Este é o quarto ano que existe um Grupo de Trabalho de Humanização que realiza ações dentro do Hospital voltadas aos colaboradores e usuários, pois uma das prioridades do Vidas, além da Gestão Profissional e a Humanização”.

Também deixarem suas mensagens de sucesso e realização ao evento, a presidente da Oaset, Terezinha Metzker, o presidente do Conselho Diretor, Haroldo Ritzke, o secretário de Saúde de Timbó, Alfredo João Berri, o presidente da Câmara de Vereadores de Timbó, Guilherme Voigt e o prefeito Jorge Krüger.

“Doação gera gratidão”

“Doação de órgãos é um ato nobre que pode salvar vidas. Muitas vezes, o transplante de órgãos pode ser única esperança de vida ou a oportunidade de um recomeço para pessoas que precisam de doação. É preciso que a população se conscientize da importância do ato de doar um órgão. Quem recebe sente-se grato, por isso eu acredito que doação tem tudo a ver com gratidão”.

Com essas palavras a enfermeira do Sistema Estadual de Transplantes do Programa de Profissionalização das Comissões Intra Hospitalares de Transplantes, Charlene Verusa da Silva, finalizou sua palestra na noite do dia 3 de abril, quando da realização do último dia da 4ª Semana de Saúde do Hospital e Maternidade Oase de Timbó.

Charlene, em sua palestra: O processo de doação e transplantes em Santa Catarina” falou sobre um dos atos mais importantes das nossas vidas: a doação de órgãos.

Durante menos de uma hora a profissional abordou questões relacionadas à como dar a notícia de óbito de um familiar; como saber escutar e como fazer a família caminhar com os próprios recursos. Segundo Charlene dados comprovam que em uma escuta ativa o familiar absorve apenas 7% do que o médico fala sobre o paciente; os demais 93% são resultados coletados pela família do tom da fala do médico – 38%; postura e gestos – 32% e o restante são noções do ambiente. “Por isso dá importância de saber como dizer. Fazemos parte do luto das famílias e a forma como comunicamos a morte do seu ente querido vai ser guardada como uma foto. Foto esta que vai acompanhar de maneira negativa ou positiva a família Possivelmente não vamos vê-los novamente, mas levarão consigo a nossa fotografia”.

No decorrer da palestra a profissional falou ainda das marcas da comunicação da má notícia. “Se fazemos a comunicação da má notícia de forma errada as famílias nunca nos perdoarão. Se comunicamos a má notícia de forma adequada as famílias levarão consigo uma lembrança que sempre recordarão”.

Na questão da doação de órgãos, Charlene destacou que todos os pacientes são potenciais doadores, por isso todos devem ser tratados da mesma maneira, para que não haja questionamentos dos familiares, em razão de um tipo de tratamento diferenciado após a definição do paciente ser doador. “Todos os pacientes e seus familiares merecem e precisam do nosso respeito, empatia, compreensão e atenção”.

Para finalizar a profissional apresentou algumas mensagens de agradecimentos das famílias dos doadores, inclusive um agradecimento enviado a eles, por um familiar do primeiro doador de órgão do Hospital e Maternidade Oase de Timbó. “A primeira doação de órgãos no Hospital Oase aconteceu em março de 2018 e após um pequeno período um familiar mandou a seguinte mensagem: Feliz Páscoa para vocês ficamos muito emocionados com a planta e o cartão que recebemos do Hospital Oase. A planta foi uma forma que o Hospital encontrou para agradecer a família pelo nobre gesto de amor. Esse foi um ato para demonstrar que essa família é especial para o Hospital e para nós do setor de Transplante e que ficarão sempre em nossas lembranças. Respondi isso para ele em mensagem”, relatou Charlene.

Também foi apresentado um vídeo de uma família, cujos pais perderam uma filha muito jovem, e através de muita conversa, atenção e carinho realizaram a doação dos órgãos. No vídeo os pais relatam a dor da perda, mas também a alegria de terem tomado a decisão de fazer com que outras famílias fossem felizes, e com os órgãos de sua filha salvaram muitas vidas.

Para finalizar Charlene abriu para perguntas e questionamentos que foram dos mais diversos, feitos pelos participantes. Especialmente na questão de como ser um doador de órgão, o processo da doação, o tempo para a retirada dos órgãos e para finalizar a importância desta decisão tanto para a família do doador como também para a família do receptor.

Antes da palestra programada para fechar o terceiro e último dia de atividades da Semana de Saúde, a gestora do Hospital e Maternidade Oase, Elisângela Scheidt Roncalio deixou sua mensagem de agradecimento. “Quero em nome da direção do Vidas e do Hospital Oase agradecer a todos os participantes deste evento, desde a abertura, oficinas e hoje nesta palestra de encerramento, em especial os colaboradores, profissionais da Saúde e a comunidade em geral. Quero dizer que nossa missão como instituição não se limita ao gerenciamento da organização, as técnicas de planejamento, organização, direção e controle, mas também a melhoria da qualidade de vida e a promoção do desenvolvimento e valorização do profissional”.

Elisângela ainda disse: “Continuem sendo agentes de transformação. Não sejam neutros, não sejam indiferentes. Saibam onde têm o coração e por quem ele há de bater. Cumpram o destino que lhes coube. Amem o que fazem, ajudem a quem podem, cultivem amigos, respeitem as pessoas. Façam o melhor independentemente da posição que ocupam. Ainda, quero deixar meu carinho e parabenizar o Grupo de Trabalho de Humanização na organização do evento e na participação de forma ativa em ações diárias. Obrigada também pelo apoio, ajuda e confiança da comunidade, empresários, voluntários e esfera pública. Por fim, prossigamos juntos, enfrentando os desafios diários, mas estando certos de que teremos muitas conquistas. Gratidão a todos”. 

Semana de Saúde foca a importância da “Gratidão”

Sucesso. Assim pode ser descrita a noite de abertura da 4ª Semana de Saúde do Hospital e Maternidade Oase, que está trabalhando o tema: HumanizaVidas: com Gratidão. A solenidade de abertura, que aconteceu no Auditório do Vidas na noite do dia 1º de abril, contou com cerca de 200 participantes, entre autoridades locais, profissionais da área da Saúde, integrantes do Conselho Diretor e da Oaset, e também funcionários e comunidade em geral.

Antes da solenidade de abertura do evento, o musicista da In Concert, Escola de Música de Indaial, Marcelo Padilha presentou à todos tocando em seu violino um tango chamado “Por Una Cabezas”. Para a organização a música é um dos aliados mais importantes da humanização.

No decorrer da solenidade de abertura, o diretor do Vidas, Richard Choseki deu as boas-vindas aos participantes e destacou sobre o objetivo deste evento que visa oportunizar a discussão conjunta, reflexão, avaliação e democratização dos interesses institucionais, com base na Política da Educação Permanente em Saúde e na Política Nacional de Humanização, envolvendo todos os colaboradores, gestores e parceiros para o aprimoramento do processo de trabalho hospitalar. “Trata-se de novos desafios que visam qualificar o processo de trabalho e, principalmente, humanizar o cuidado em saúde para os usuários dos serviços do Hospital e Maternidade Oase”.

A gestora do Hospital Oase, Elisângela Scheidt Roncalio também deixou o seu recado em relação a 4ª Semana de Saúde. “É o quarto ano que estamos dividindo com vocês este trabalho tão importante, cada ano trazendo mais um direcionamento contínuo do nosso objetivo maior que é o ser humano, por isso a intitulação de Humanização”.

Também deixarem suas mensagens de sucesso e realização ao evento, a presidente da Oaset, Terezinha Metzker, o presidente do Conselho Diretor, Haroldo Ritzke, o secretário de Saúde de Timbó, Alfredo João Berri. Os três lembraram da importância de ações deste porte para valorizar aqueles que cuidam da saúde dos nossos familiares e de toda a comunidade timboense e regional.

Já o presidente da Câmara de Vereadores de Timbó, Guilherme Voigt deixou sua mensagem falando sobre a importância da saúde e prevenção aos timboenses.

Para fechar a solenidade de abertura o prefeito Jorge Krüger também deixou uma mensagem aos presentes. “É uma satisfação muito grande saber que nossos profissionais da Saúde, e também toda população interessada, podem nesses dias do evento agregarem mais conhecimento com as palestras e oficinas que serão realizadas. Junto com a nossa Secretaria de Saúde também estamos buscando todos os dias melhorar nosso atendimento e valorizar cada cidadão que procura uma unidade de Saúde, bem como nossos profissionais. Não posso deixar de destacar a parceria com o Hospital e Maternidade Oase, as senhoras da Oaset, com o Vidas, na pessoa do seu diretor Richard Choseki, onde sempre buscamos juntos soluções mais eficientes para os desafios que a Saúde nos apresenta. Frisar também a compreensão e a parceria da população timboense, que graças a ela já construímos uma UTI Adulto e agora, com a arrecadação deste ano, terminaremos a UTI Neonatal e ainda iremos ajudar a Rede Feminina de Combate ao Câncer, que presta um serviço voluntário de extrema importância para nossas mulheres”.

 

“Empatia não é se colocar no lugar do outro!”

No decorrer dos trabalhos da primeira noite de evento, foi ainda ministrada a palestra, “Empatia não é se colocar no lugar do outro!”, pelo profissional Rafael Gustavo de Liz, que é mestre em Gestão e Saúde pela Univali, especialista em Didática da Educação Superior, especialista em Psicologia Hospitalar e da Saúde e membro da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar.

Em sua apresentação o palestrante disse que a palestra era provocativa. Primeiramente solicitou que fosse feita duplas entre pessoas que não se conheciam. Depois deu início a palestra falando sobre o tema da semana de Humanização: Gratidão. “O tema deste ano Gratidão, tem tudo a ver com o que preparei para apresentar. Sou muito grato pelos hospitais que passei, onde trabalhei, pelos pacientes que me fizeram ser uma pessoa melhor. Mas confesso que me questionei, porque em 2019, precisamos ter um evento, com uma grande organização para falar de humanização, sendo que nada mais digno que trabalhar em um Hospital, mas ao analisar mais a fundo, percebi que sim, precisa ter estes momentos para refletir nossas condutas, nossas escolhas”.

Ele também questionou: “Hospital que lugar é este? Este hospital não é um Hospital de Timbó é um Hospital que está em Timbó, mas diariamente recebe pessoas de diferentes municípios que chegam tendo em vocês talvez a única ou última esperança. Eu sou um sujeito positivista, que tenho como base de trabalho o lado científico – mas o Hospital me faz acreditar em milagres. Eu mesmo sendo cientista acredito em Deus e este Deus se faz presente dentro do Hospital, onde já acompanhamos verdadeiros milagres, ouvimos muitas histórias e conhecemos muitas pessoas”.

O psicólogo abordou ainda a questão da vocação. “Vocação é um chamado de Deus a serviço do próximo. Com certeza muitos aqui presentes que já pensaram em desistir deste chamado. Sou levado a crer que muitos já pensaram em dizer, vou fazer outra coisa da minha carreira, mas por alguma razão continua trabalhando no hospital e que em casa, junto a sua família não consegue desligar o ‘disjuntor’ e leva as histórias com as riquezas para dentro de sua casa, para contar tudo o que viveu durante a sua jornada de trabalho, respeitando a ética e as pessoas”, relatou ele ao frisar que o mais importante disso tudo é que a matéria-prima de um hospital são as pessoas, são as vidas.

Durante a palestra muitas histórias, e que histórias foram contadas, sobre as situações tratadas e trabalhadas com pacientes. “Quantas histórias conhecidas, parecidas, ou mais profundas que as que eu tenho para contar, que vocês aqui deste Hospital não vivenciaram. Se permitem deixar as pessoas entrar na vida de vocês e de vocês entrarem na vida delas, para que possam fazer parte dos milagres”.

O palestrante através de sua apresentação teve por objetivo fazer com que os participantes refletissem a respeito da assistência ao cliente de forma humanizada, considerando a Política Nacional de Humanização. Entre os pontos trabalhados em sua palestra destaque para: autocuidado da equipe multiprofissional; a relação família/cliente com a equipe multidisciplinar de Saúde; atendimento humanizado ao cliente e família; atitude colaborativa com a equipe de trabalho, cliente e família; comprometimento com o cuidado prestado; flexibilidade nas situações adversas; iniciativa na organização das atividades do trabalho; respeito à privacidade e aos valores morais, culturais  religiosos do usuário e da família; respeito ao limite da atuação profissional; sigilo e respeito as informações e condições do usuário e família e trabalho em equipe no planejamento e execução do plano de cuidado individual e coletivo.

No final, a opinião dos participantes foi unânime em relação ao objetivo proposto e alcançado pelo palestrante.

Programação

A 4ª Semana de Saúde do Hospital e Maternidade Oase, HumanizaVidas com Gratidão, conta com oficinas e palestras. As oficinas que acontecem hoje, dia 2, durante os três períodos, são direcionadas para os profissionais de saúde dos hospitais e secretarias de Saúde; já as duas palestras, a primeira que aconteceu ontem e a segunda que está programada para se realizada amanhã, dia 3, podem contar com a presença tanto de profissionais da Saúde como da comunidade em geral.

Dentro da programação destaque para as oficinas que acontecem durante o dia de hoje: às 8h30min, Ergonomia – Cuidados com a postura do colaborador e do paciente, coordenada pela profissional Tamiris Dellangelo, que é fisioterapeuta mestre em Saúde Coletiva, especialista em Fisioterapia Intensiva, em Fisioterapia do Trabalho e Saúde, ergonomia e ambiente organizacional. A profissional atua ainda como fisioterapeuta no Hospital Santa Isabel, na coordenação do Serviço de Fisioterapia no Hospital Oase e é docente do curso de Fisioterapia da Fameblu.

No período da tarde: Cuidados pessoais – parceria com a Farmácia Farmais e promoter da Vult – Rubia Cavilha da Silva. Já a terceira e última oficina acontece às 19h30min:  “O que me importa?”, ministrada por Célio Alves dos Santos, que é médico Geriatra pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Universidade Veiga de Almeida; com formação em Neuropsiquiatria Geriátrica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; com especialização em Cuidados Paliativos, pelo Instituto Paliar, de São Paulo e médico Geriatra da Secretaria de Saúde de Indaial.

Amanhã, dia 3 de abril, acontece a segunda e última palestra da 4ª Semana da Saúde do Hospital e Maternidade Oase, iniciando às 19h com acolhida Humanizada é as 19h30min, será ministrada a palestra: A Doação e o Transplante de Órgãos e Tecidos em SC – ministrada por Joel de Andrade – médico com formação em Medicina Interna e Intensiva e coordenador da SC Transplantes.

As palestras e oficinas estão sendo realizadas junto ao Auditório do Vidas, antiga Câmara de Vereadores de Timbó.

A 4ª Semana de Saúde do Hospital e Maternidade Oase que acontece em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde, a Prefeitura de Timbó através da Secretaria Municipal da Saúde, faz parte da Política Nacional de Humanização agregando uma nova cultura do Hospital Oase em Educação Permanente em Saúde.

Vidas e Oase organizam 4ª Semana da Saúde

O Vidas Instituto de Assistência à Saúde juntamente com o Hospital e Maternidade Oase e o Grupo de Trabalho de Humanização (GTH) está organizando a 4ª Semana de Saúde do Hospital e Maternidade Oase: HumanizaVidas – com Gratidão. O evento, que acontece de 1º à 3 de abril, tem na sua programação, palestras e oficinas direcionadas aos colaboradores, profissionais do Hospital e da área da Saúde, estudantes e à comunidade em geral.

A 4ª Semana de Saúde do Hospital e Maternidade Oase: HumanizaVidas – com Gratidão, inicia às 19h, do dia 1º de abril, no Auditório do Vidas (antiga Câmara de Vereadores), com credenciamento e Acolhida Humanizada; às 19h30min, acontece a abertura oficial com apresentação Musical e às 20h, será ministrada a palestra: Empatia não é se colocar no lugar do outro! – por Rafael Gustavo de Liz – mestre em Gestão e Saúde pela Univali, especialista em Didática da Educação Superior, especialista em Psicologia Hospitalar e da Saúde e membro da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar.

A programação segue no dia 2 de abril, com oficinas direcionadas aos colaboradores e profissionais da Saúde, dos hospitais e unidades onde o Vidas está presente e também das secretárias de Saúde dos municípios parceiros. No período da manhã, do dia 2, os trabalhos iniciam às 7h30min, com o acolhimento; às 8h terá uma atividade de Ginástica Laboral, coordenada por Tamiris Dellangelo, que é fisioterapeuta do Hospital e Maternidade Oase e às 8h30min, acontece a oficina: Ergonomia – Cuidados com a postura do colaborador e do paciente, também coordenada por Tamiris Dellangelo.

No período da tarde, a programação terá início às 13h30min, com o acolhimento e às 14h, será realizada a oficina: Cuidados pessoais, em parceria com a Farmácia Farmais e promoter da Vult.

No período da noite, as atividades iniciam às 19h, com o acolhimento é às 19h30min, acontece a oficina: “O que me importa? “, que será ministrada por Célio Alves dos Santos, que é médico Geriatra pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Universidade Veiga de Almeida; com formação em Neuropsiquiatria Geriátrica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; com especialização em Cuidados Paliativos, pelo Instituto Paliar, de São Paulo e médico Geriatra da Secretaria de Saúde de Indaial.

A 4ª Semana de Saúde do Hospital e Maternidade Oase: HumanizaVidas – com Gratidão, segue no dia 3 de abril. Na data, as atividades iniciam às 19h, com a acolhida Humanizada e às 19h30min, acontece a palestra: A Doação e o Transplante de Órgãos e Tecidos em SC, que será ministrada por Joel de Andrade, que é médico com formação em Medicina Interna e Intensiva e coordenador da SC Transplantes.

Todas as palestras, que são gratuitas e abertas à comunidade, acontecerão nas dependências do Auditório do Vidas (antiga Câmara de Vereadores) em frente ao Hospital e Maternidade Oase. A 4ª Semana de Saúde do Hospital e Maternidade Oase conta com o apoio da Secretaria de Estado da Saúde, da Prefeitura de Timbó através da Secretaria Municipal de Saúde e do Sistema Único de Saúde (SUS) através do HumanizaSUS.

Programação

Dia – 1º de abril – (segunda-feira)

19h – Credenciamento e Acolhida Humanizada

19h30min – Abertura oficial com apresentação Musical

20h – Palestra: Empatia não é se colocar no lugar do outro! – ministrada por Rafael Gustavo de Liz – mestre em Gestão e Saúde pela Univali, especialista em Didática da Educação Superior, especialista em Psicologia Hospitalar e da Saúde e membro da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar

Dia – 2 de abril – (terça-feira) – OFICINAS

7h30min – Acolhimento

8h – Ginástica Laboral – coordenada por Tamiris Dellangelo – fisioterapeuta do Hospital e Maternidade Oase

8h30min – Oficina – Ergonomia – Cuidados com a postura do colaborador e do paciente – coordenada por Tamiris Dellangelo – fisioterapeuta do Hospital e Maternidade Oase

13h30min- Acolhimento

14h – Oficina – Cuidados pessoais – parceria com a Farmácia Farmais e promoter da Vult

19h – Acolhimento

19h30min – Oficina – “O que me importa?” – ministrada por Célio Alves dos Santos – médico Geriatra pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e Universidade Veiga de Almeida; com formação em Neuropsiquiatria Geriátrica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; com especialização em Cuidados Paliativos, pelo Instituto Paliar, de São Paulo e médico Geriatra da Secretaria de Saúde de Indaial

Dia – 3 de abril – (quarta-feira)

19h – Acolhida Humanizada

19h30min – Palestra: A Doação e o Transplante de Órgãos e Tecidos em SC – ministrada por Joel de Andrade – médico com formação em Medicina Interna e Intensiva e coordenador da SC Transplantes.

Dia Internacional da Mulher

Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, a direção do Vidas Instituto de Assistência à Saúde  entregou a todas as mulheres colaboradoras da entidade um pequeno mimo.

O Dia Internacional da Mulher ou Dia da Mulher é comemorado anualmente em 8 de março, e não é considerado um feriado nacional.

Trata-se de uma celebração de conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres ao longo dos anos, sendo adotado pela Organização das Nações Unidas e, consequentemente, por diversos países.

Esta data é marcada por presentes simbólicos, como flores, em especial rosas, poemas ou frases, por exemplo.

História e Origem do Dia Internacional da Mulher
A luta das mulheres por melhores condições de vida e trabalho começou a partir do final do século XIX, principalmente na Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de 15 horas diárias, os baixos salários e a discriminação de gênero eram alguns dos pontos que eram debatidos pelas manifestantes da época.

De acordo com registros históricos, o primeiro Dia da Mulher foi celebrado nos Estados Unidos em maio de 1908 (Dia Nacional da Mulher), onde mais de 1.500 mulheres se uniram em prol da igualdade política e econômica no país.

Vários acontecimentos levaram à criação de um dia especial para as mulheres. Um deles foi o incêndio numa fábrica de camisas em Nova York, ocorrido em 25 de março de 1911, que mataria 146 pessoas, dessas quais 129 mulheres. O número de vítimas se explica pelas péssimas condições de trabalho e porque uma porta estava fechada para impedir a fuga das trabalhadoras.

Esse incêndio levou à criação do mito de uma suposta greve que teria ocorrido em 8 de março de 1857, em Nova York, que não aconteceu. A confusão foi causada por jornais alemães e franceses na década de 60.

No entanto, o 8 de março teve origem com as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho, durante a Primeira Guerra Mundial (1917). A manifestação, que contou com mais de 90 mil russas, ficou conhecida como “Pão e Paz”, sendo este o marco oficial para a escolha do Dia Internacional da Mulher no 8 de março, data que somente foi oficializada em 1921.

Após este conflito e com as transformações trazidas com a Segunda Revolução Industrial, as fábricas incorporaram as mulheres como mão de obra barata. No entanto, devido às condições insalubres de trabalho, os protestos eram frequentes.

Também nas primeiras décadas do século, as mulheres começam a lutar pelo direito ao voto e à participação política.

Apesar disso, por muito tempo, a data foi esquecida e acabou sendo recuperada somente com o movimento feminista nos anos 60. A Organização das Nações Unidas, por exemplo, somente reconheceu o Dia Internacional da Mulher em 1977.

Atualmente, além do caráter festivo e comemorativo, o Dia Internacional da Mulher ainda continua servindo como conscientização para evitar as desigualdades de gênero em todas as sociedades.

Mensagens para o Dia da Mulher:

Mulheres serenas, promessas de nada.
mulheres de vento, de sopro divino,
mulheres de sonho, mulheres sentido,
mulheres da vida, melhor ter vivido…
Mulheres de tempo, em que tudo que havia fazia sentido,
mulheres que eu vejo, no sol de janeiro,
mulheres saídas de potes de vidro,
mulheres faceiras, as mais feiticeiras, melhor ter sorrido…

mulheres de tantos e tantos perigos,
mulheres de vinho e de vã harmonia,
mulheres convívio,
mulheres no cio, as mais parideiras, melhor ter nascido…

mulheres de luzes e de absinto,
mulheres que um dia sonhei colorido,
mulheres de santos, mulheres de igrejas,
as mais rezadeiras, melhor sacrifício

mulheres que um dia deitaram comigo,
mulheres tão lindas e de maior juízo,
mulheres de danças,
as tranças nos ombros, meus olhos caídos….

mulheres que fecham a vã poesia,
mulheres que o ouro não tem nem princípio,
mulheres de outono,
o seu abandono, melhor ter carinho…

mulheres de um tempo em que estive sozinho,
mulheres de riso abrindo janelas,
mulheres que sonham,
seu sono macio, melhor o seu ninho….

mulheres do dia e da noite, eternos,
mulheres que lutam, raízes na terra,
mulheres que as feras,
no meio da noite, não mais intimidam…

mulheres espera, no mar do abandono,
mulheres teares, tecendo seu linho,
mulheres tão loucas,
Seu beijo na boca, uma taça de vinho…

Autor Desconhecido

Alerta: febre amarela

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive-SC) emitiu alerta no dia 31 de janeiro para que equipes regionais e estaduais de Saúde intensifiquem ações de vigilância e prevenção contra a febre amarela. A vacina está disponível em unidade de Saúde (que tem sala de vacina) em todos os municípios do Estado.

Até a data de 31 de janeiro, nenhum caso de febre amarela havia sido registrado em 2019 no estado. No entanto, a intensificação das ações ocorre pela confirmação de um caso confirmado no Paraná, de um jovem de 21 anos, morador de Antonina, que está infectado com a doença.

Conforme o gerente de Zoonoses da Dive-SC, João Fuck, o vírus está circulando no Paraná e pode chegar a Santa Catarina. Por isso, os municípios e equipes regionais devem tomar iniciativas para que todos os moradores, entre 9 meses e menos e 60 anos, tomem a vacina.

A Dive-SC também pede que sejam cadastradas e notificadas informações sobre atendimentos relacionados à febre amarela, para acompanhamento estadual.

O órgão também solicita o aumento do controle do fluxo do mosquito Aedes aegypti em áreas urbanas, como estratégia de redução do risco da doença.

 

Vacinação abaixo do esperada

Somente 10,6% da população do estado que deveria se vacinar contra a febre amarela procurou as unidades de Aaúde, segundo a Dive-SC. Os dados são com relação ao público-alvo da campanha estendida de prevenção.

Até 15 de janeiro, 216.905 pessoas de uma população-alvo estimada de 2.046.324 tinha tomado a vacina em Santa Catarina, conforme a Dive-SC. O governo considera uma meta muito abaixo da esperada.

Desde de setembro de 2018, o governo de Santa Catarina estendeu a vacinação contra febre amarela para todos os catarinenses, nas unidades de saúde públicas. A orientação foi passada pelo Ministério da Saúde.

 

Dúvidas

SOBRE A VACINA
1 – Quem deve se vacinar contra a febre amarela? 
Todos os indivíduos de nove meses a 59 anos de idade e que nunca foram vacinados contra a febre amarela. A vacina é ainda mais importante para quem mora em áreas rurais ou de matas e rios, trabalha com pesca e agricultura ou planeja deslocamentos para áreas com casos confirmados da doença.

 2 – Onde a vacina está disponível? 
A vacina contra a febre amarela é ofertada gratuitamente nas unidades de Saúde dos municípios.

3 – Em quanto tempo a vacina começa a proteger?
A vacina leva 10 dias para fazer efeito no organismo. Em caso de viagens para locais com a confirmação de que o vírus esteja circulando, é preciso que a vacina seja tomada pelo menos dez dias antes do deslocamento.

4 – Quem já tomou uma dose da vacina contra febre amarela deve fazer reforço? 
Não é necessário. Conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), apenas uma dose da vacina é indicada para a prevenção.

5 – Quem precisa de prescrição médica para tomar a vacina? 
Gestantes, mulheres que amamentam bebês menores de seis meses de idade e pessoas a partir de 60 anos de idade. Nesses casos, o médico avalia o risco-benefício da vacinação e, caso indique a imunização, vai prescrevê-la. 

6 – Há contraindicações? 
A vacina contra a febre amarela é contraindicada para pessoas com sistema imunológico enfraquecido, com histórico de reação alérgica grave ou doença febril aguda.

7 – A vacina pode provocar alguma reação adversa? 
Qualquer vacina pode provocar reações adversas leves, moderadas ou graves. Pode causar dor de cabeça, febre e mal-estar em algumas pessoas.

SOBRE A FEBRE AMARELA
1 – O que é a febre amarela? 
É uma doença infecciosa causada por vírus, que se manifesta por febre, dor no corpo, amarelão, fraqueza e com alto risco de morte nas suas formas graves. É uma doença sazonal, geralmente com aumento de casos entre dezembro a maio.

2 – Como a doença é transmitida? 
No ciclo silvestre da febre amarela (cujos casos têm sido registrados recentemente no país), a transmissão é feita pelos mosquitos Haemagogus e Sabethes, sendo os macacos os principais hospedeiros e amplificadores. O homem participa como um hospedeiro acidental ao adentrar áreas de mata. 
Ao picar um macaco ou uma pessoa doente por febre amarela, o mosquito adquire o vírus. Depois de alguns dias, quando picar outros macacos ou humanos, transmitirá a doença.
No ciclo urbano, o homem é o único hospedeiro com importância epidemiológica e a transmissão ocorre a partir do mosquito Aedes aegypti infectado. Desde 1942 não há notificação no país da febre amarela urbana.
Não há transmissão de pessoa a pessoa. A incubação varia de 3 a 6 dias, embora se considere que possa se estender até 15 dias.

3 – Quais as áreas de risco para a transmissão? 
Áreas onde já há casos confirmados da doença, mortes de macacos por febre amarela e detecção do mosquito. As áreas consideradas de maior risco são os locais de matas, florestas, rios, cachoeiras, parques e o meio rural.

4 – Qual o papel dos macacos na transmissão da febre amarela? 
Os macacos NÃO TRANSMITEM a febre amarela. Adoecem e morrem da mesma forma que os humanos. Por isso, a morte de macacos é um sinalizador da presença do vírus na região. 

SINTOMAS E TRATAMENTO
1 – Quanto tempo leva da picada até o início dos sintomas? 
Geralmente de três a seis dias após a picada, podendo levar até 15 dias. 

2 – Quais os sintomas da febre amarela? 
Os sintomas iniciais incluem febre súbita, calafrios, dor de cabeça, dor nas costas, dor no corpo, náuseas, vômitos e fraqueza. A maioria das pessoas melhora após os sintomas iniciais. 
No entanto, cerca de 15% dos casos apresenta um breve período de melhora e, então, desenvolvem uma nova fase mais grave da doença. 
Nesses casos, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia (especialmente a partir do trato gastrointestinal) e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos. De 20 a 50% das pessoas que desenvolvem a forma grave da doença morrem. 

3 – Os sintomas podem ser confundidos com os de outras doenças? 
Sim. Os sintomas da febre amarela podem ser confundidos com outras infecções agudas febris. 
O diagnóstico da forma leve e da forma moderada é difícil, pois os sintomas podem ser confundidos com os de outras doenças infecciosas do sistema respiratório, digestivo ou urinário. 
Formas graves com quadro clínico clássico ou fulminante devem ser diferenciadas de malária, leptospirose, febre maculosa, dengue e outras doenças transmitidas por insetos, e também dos casos fulminantes de hepatite.

4 – Como é feito o diagnóstico? 
É feito por exame laboratorial dos casos suspeitos. 

5 – O que fazer em caso de sintomas de febre amarela? 
Deve-se procurar um médico na unidade de saúde mais próxima e informar sobre qualquer viagem ou atividade em área de risco até 15 dias antes do início dos sintomas. 
A observação da morte de macacos, assim como picadas de mosquitos em áreas de risco, deve ser informada ao médico e enfermeiros, assim como o histórico de vacinação contra a febre amarela ou dengue.

6 – Como é feito o tratamento? 
Não há tratamento específico para a doença. Serão tratados os sintomas, como febre, dores no corpo e cabeça, com analgésicos e antitérmicos, e oferecido suporte. O paciente deve ser acompanhado de perto e o médico deve estar alerta para qualquer sinal de piora do quadro clínico. 

PREVENÇÃO
1 – Como se prevenir contra a febre amarela?
A forma mais segura é a vacinação. Também é importante combater o vetor (mosquito) que transmite o vírus da doença e evitar áreas de mata com registros da doença. O uso de repelentes, de roupas de compridas e de mosquiteiros para quem for para áreas de risco é um reforço da proteção.

Santa Catarina registra primeiro caso de dengue autóctone

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde (SUV), informa que, de acordo com o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), foi registrado o primeiro caso autóctone de dengue no estado neste ano de 2019. O caso foi em janeiro, em Florianópolis.

Conforme o gerente de Zoonoses da DIVE/SC, João Fuck, a confirmação do caso autóctone, que significa que o paciente contraiu a doença no estado, reacende o alerta sobre as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. “Mais uma vez reforçamos que a população precisa ajudar no controle dos focos do mosquito. Recipientes que podem conter água precisam ser vistoriados e eliminados corretamente. Importante também a vedação das caixas da água e calhas”, alerta.

Até o momento, Santa Catarina só tinha registrado dois casos importados de dengue.